VILA NAIÁ SE TRANSFORMA NO QUE SEMPRE FOI: O PRIMEIRO GLAMPING DO BRASIL

Sinônimo de luxo e autenticidade em fina comunhão com a natureza, Vila Naiá é precursor da nova tendência de turismo internacional antes mesmo desta existir

Lá tudo é feito à mão e em fina sintonia com o meio ambiente, homenagem do arquiteto Renato Marquez e da idealizadora Renata Mellão não apenas à cultura de Corumbau, mas também aos artesãos de todos os lugares e épocas. As acomodações, um encontro particular entre luxo, originalidade e simplicidade, foram desenhadas para serem semelhantes à moradias dos pescadores, construídas com madeira redescoberta e cobertas com taubilhas produzidas de forma tradicional, além de janelas em pontos cardeais opostos para dar passagem à brisa que sopra do mar.

Longas passarelas de madeira que acompanham a ondulação da areia interligam os ambientes do espaço e o jardim naturalmente impactante, com solo todo desenhado por folhas secas e areia branca, além, claro, da vegetação nativa que reverencia a beleza da natureza própria do lugar.

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Vila Naiá: o primeiro Glamping do Brasil

Não se sabe ao certo a origem da expressão “art de vivre” – em tradução livre, arte de viver. Ninguém duvidaria, no entanto, se surgisse uma lenda que atribui sua criação a um francês encantado com Corumbau (longe de tudo na língua dos índios Pataxó), no Sul da Bahia.

E foi lá que os portugueses se apaixonaram pelo Brasil em 1500, com seu mar límpido e calmo, onde se avistam baleias, com a luz única do paralelo 17 e cores que fariam William Turner pintar sem parar.

Antes da categoria glamping (glamour + camping) se tornar tendência de hospedagem internacional, antes mesmo dela ter sido inventada para designar meios de hospedagens luxuosos e autênticos, isolados no mundo e em comunhão com a natureza exuberante, a  empreendedora Renata Mellão chegava em Corumbau e construía seu Vila Naiá, com 4 suítes e 4 casas distribuídos em uma área de 50 mil m2 que reproduzem o encanto e o charme da vila local e valorizam as tradições da região, sem deixar de lado o requinte nos serviços, o sofisticado design de interiores e a excelência gastronômica.

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Vila Naiá – Imersão luxuosa reproduzindo o encanto da vila local

Região localizada a quatro horas de Porto Seguro, na Bahia, o Vila Naiá mantém-se fiel aos materiais e técnicas usados pela comunidade local, mas sem abrir mão do requinte. Em meio à natureza local, quatro suítes e quatro casas reproduzem as moradias de Corumbau como se fosse uma vila, estruturadas em palafitas de madeira, com telhados em taubilha presas pelo sistema de cavilhas que se comunicam entre si por passarelas suspensas de madeira, permitindo que a flora e a fauna se desenvolvam livremente.

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Vila Naiá, na Ponta do Corumbau: 10 anos de luxo despojado

Na minha primeira visita à Vila Naiá, o lugar ainda se chamava Fazenda Carroula e não recebia hóspedes pagantes. Era o finzinho do ano, e a gente estava subindo a Bahia de carro. Nossa amiga Maria Alice ficou sabendo e repassou um convite: “Sabe a Renata Mellão? Ela está pensando em transformar a fazenda à beira-mar numa pousada de charme e adoraria que vocês passassem lá para dar uma opinião”. Estava no caminho, e o Corumbau é lindo. Por que não?

Para minha surpresa, o lugar estava praticamente pronto e formatado, mesmo sem data prevista para abrir. As quatro suítes que inaugurariam o hotel, dois anos mais tarde, já estavam inteiramente decoradas. O serviço era fluido e eficiente como de hotel de luxo, não como de casa de praia com caseiros.

Voltei em maio de 2007, em grande estilo. Era um convite com direito a traslado panorâmico de teco-teco desde Porto Seguro (até hoje, o jeito mais bacana de chegar). Aproveitei para fazer, na volta, uma expedição a pé pela Costa do Descobrimento (que eu batizei de “rali de havaianas“).

A Vila Naiá já estava funcionando havia três anos; às quatro suítes originais tinham se somado quatro casas com aparência externa de casinha de pescador e interior cheio de bossa. Fiquei encantado com a proposta do lugar. Mas ainda era preciso explicar — quase advertir o leitor — que se tratava de um luxo não-convencional, despojado e (novidade à época) sustentável.

Voltei agora em setembro, novamente a convite, e mais uma vez fazendo um pit-stop estratégico numa viagem de carro (desta feita, entre o Espírito Santo e o norte de Minas).

A primeira constatação foi que não há mais o que explicar. O projeto de Renata Mellão e seu arquiteto e amigo, Renato Marques (falecido em 2011), apenas antecipou tendências que hoje não causam mais estranhamento. O impacto não vem mais da surpresa absoluta, como antes, mas da incrível harmonia do hotel com o ambiente. Está tudo tão bem assentado, que daria para acreditar que até as passarelas de madeira são nativas.

Também ajuda o fato de os ambientes sociais terem se sofisticado um pouquinho, sem perder a discrição. À noite, com as luzes do bar acesas e velas em profusão nas passarelas e na tenda do restaurante, a Vila Naiá evoca um lodge classudo da savana sul-africana.

(A propósito, as suítes simples, compactas e com duas aberturas — para a brisa da praia e para o verde da mata — sempre me deram a sensação de estar num lodge.)

O serviço é a um só tempo simpático e compenetrado, comandado pelo mesmo Zêni que, ainda garoto, me recebeu há sete anos. Sem serviço esmerado, não há design que resista — ou que renda um prêmio como o de melhor hotel de praia da América do Sul, dado pelo guia Condé Nast Johansens em 2011.

E graças a um wifi que surpreendemente funcionou quase sem quedas, um lugar que é feito para descansar e namorar acabou se revelando ótimo pra trabalhar também. Quase não fui à praia.

Na segunda noite, antevéspera de feriadão, eu estava sozinho no hotel (os hóspedes chegariam no dia seguinte). Avisei ao Zêni: já tirei as fotos, não precisa acender as velas não. Na hora do jantar, as velas estavam à minha espera no restaurante. “Se tem hóspede, tudo tem que funcionar”, ele justificou.

E como poderia ser diferente, se desde antes de ser hotel o lugar já era, a seu modo, cinco estrelas?

Como chegar

Pela estrada, são 220 km desde Porto Seguro (os últimos 60 km, de terra), percorridos em 3h30/4h, ou 130 km (2h30) desde Teixeira de Freitas, cidade servida por um vôo da Azul desde Belo Horizonte.

Pela costa, dá para ir de táxi até Caraíva (140 km, os últimos 40 km de terra, 2h de viagem), continuando de bugue (12 km, 40 minutos) até o Rio Corumbau, que é então atravessado de canoa.

De teco-teco, são 25 minutos desde o aeroporto de Porto Seguro, em vôo panorâmico. Custa R$ 1.200 para até 4 passageiros, por trecho.

Sugestão de itinerário luxo: 7 ou 8 dias

Meu itinerário para lua de mel ou viagem de luxo pelo melhor do Sul da Bahia.

  • Desembarque em Porto Seguro e vá de táxi para a Praia do Espelho. Passe duas noites.
  • Arranje um táxi para levar a Caraíva. Siga de bugue (pré-agendado) depois de almoçar à beira-rio no Bar do Pará.
  • Fique três a quatro noites no sossego absoluto do Corumbau.
  • Volte de bugue + táxi a Trancoso para duas noites de reaclimatação gradativa à civilização.
  • De Trancoso, trânsfer direto para o aeroporto de Porto Seguro.
smile

De nada 

Ricardo Freire se hospedou a convite da Vila Naiá

Leia a matéria no Viaje na Viagem.

A coluna ECOERA entra no ritmo das férias e mostra três destinos ecológicos e luxuosos para suas férias.

Vila Naiá: chic do chic!

A Vila Naiá, próxima a Porto Seguro (BA), fica em meio a uma área de 50 mil m² na praia de Corumbau, ao sul da Bahia, com 15 quilômetros de areia branca, águas mornas e acesso reservado. Promovendo as comunidades locais de pescadores, os quartos e os espaços foram construídos reutilizando materiais da região. E mais um toque especial: a gastronomia é local e 100% orgânica.  

Kenoa Resort: paradisíaco

Localizado a 30 km ao sul de Maceió, na Barra de São Miguel, e coberto pela Mata Atlântica virgem, o Kenoa utiliza energia solar para aquecimento de toda a água, LEDs para iluminação e faz reflorestamento da mata nativa além de utilizar a flora local no paisagismo e de materiais de reflorestamento, uso de pedras naturais em substituição a materiais industrializados na arquitetura.

Spa Lapinha: para se reconectar coma  natureza

Destino de muitos que não apenas buscam  perder peso ou fazer um super detox, o Lapinha é um lugar lindo há duas horas de Curitiba, no Paraná. Possui seu próprio centro de produção orgânica, onde a maioria dos alimentos são cultivados e colhidos poucas horas antes das refeições. Destaque para as massagens relaxantes e para os passeios.

Leia a matéria no site da Vogue.